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O papel do líder no design thinking

empresa ultrapassada

O design thinking tem a sua gênese por volta de 1972 , por meio de estudos gerados por Bryan Lawson, mas se popularizou mesmo na década de 1990, na Ideo. E mais recentemente, depois do livro do David Kelly e do Tim Brown, em 2009, a metodologia tornou-se cada vez mais comum.

Já citei isso, mas a verdade é que muita gente acha que basta ter uma sala colorida, uns puffs espalhados no chão, um videogame e uma mesa de pebolim para que o ambiente seja inovador. Quantas vezes essa mesma liderança que patrocina esses espaços não é a mesma que sempre veta ideias, que sempre poda a equipe, que não admite erros, que sempre quer tudo para ontem e não admite pivotar, ou seja, mudar uma ideia?

A verdade é que a própria gestão precisa se reinventar, saber lidar com as necessidades cada vez mais dinâmicas e saber pensar e agir de forma diferente.

Definitivamente, as coisas estão mudando muito. Pense em você mesmo: o que mudou em você nos últimos 2 anos? Quais os novos aprendizados que você teve? O que você teve que aprender a fazer de forma diferente? Não dá para sermos engessados com prazos e métodos. Inovações incrementais são fundamentais, mas soluções inovadoras podem fazer a diferença perante os concorrentes.

Ao nos colocarmos no lugar do cliente, ao levantamos dados que embasam as nossas hipóteses, ao entrevistarmos o cliente, veremos que muitas das nossas suposições iniciais não se confirmam. Então aqui se destaca a importância de os gestores vivenciarem essas experiências.

Nós fazemos isso nos nossos treinamentos: fazemos os gestores e equipes vivenciarem os desafios na prática. Isso transmite a verdade e as pessoas vão ver que a vida, o quente do negócio, acontece longe das suas estações de trabalho. 

Algumas vezes as turmas de gestores e colaboradores são separadas e os colaboradores até brincam dizendo que deveriam tirar foto dos gestores indo ao campo para conversar com os clientes. Isso só reforça o quão distante os líderes estão da sua equipe. E para que a mudança aconteça, para que a mentalidade da inovação aconteça, é fundamental que os líderes inspirem esses valores nas suas equipes, mostrando a importância e endossando que os processos sejam feitos dessa maneira.

O design thinking é um processo bastante inspirador de se trabalhar. Ele apresenta ferramentas poderosas, motiva as pessoas, chega nos resultados e além disso, faz tudo isso de forma bastante prática e lúdica.

E por isso reforço a importância de os gestores estarem comprados com a metodologia. Não adianta apenas dar o treinamento e depois não praticar isso no dia-a-dia. Nós, da People {Lab}, auxiliamos nessa jornada, seja nos treinamentos, seja na construção da jornada da experiência do cliente como um todo, passando pela mentalidade ágil, até a implementação dos produtos e serviços a serem entregues.

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